O espírito da época
Saudosismos
O fazendeiro do Oeste paulista – a região que, centralizada em Campinas, vai se tornar, a partir da segunda metade do século XIX, o núcleo vital, e muito mais importante, da produção do café – é uma figura tão caracterizada pelo dinamismo quanto o outro [o fazendeiro do Vale do Paraíba] pelo imobilismo. Serão suas … Continue reading
Sacrifícios para quê?
A nova base, tanto da moral quanto da lei, seria o princípio da utilidade – a utilidade de um ato para o indivíduo, de um costume para o grupo, de uma lei para o povo, de um acordo internacional para a humanidade. […] à parte seu objetivo imediato, o propósito final e o teste moral … Continue reading
Felicidade para quê?
A razão não é um “princípio ou uma faculdade independente”, “não tendo nenhuma tendência de nos estimular à ação; de maneira prática ela é simplesmente uma comparação de diferentes sentimentos. A razão … é calculada para regular nossa conduta de acordo com o valor comparativo que ela atribui a diferentes tipos de excitação” ou impulsos. … Continue reading
Mídias sociais para quê?
Enquanto Orwell teme uma sociedade controlada pela falta de informação, Huxley desconfia de uma sociedade em que o excesso de diversão e de informações insignificantes leva à passividade. Trecho do podcast “Voix Philosophiques” comentando as ideais do educador americano Neil Postman (1931-2003) veiculados em seu livro “Amusing Ourselves to Death” de 1985 Huxley mostrava uma … Continue reading
Empoderamento para quê?
“Vindication” então relacionava algumas falhas das mulheres daquela época: a afetação de fraqueza e de timidez, que alimenta e satisfaz a premissa masculina da sua superioridade; o vício nas cartas, na fofoca, na astrologia, na sentimentalidade e no lixo literário; a obsessão com a indumentártia e a autoadmiração. Trecho retirado do livro “The Age of … Continue reading